Estratégias e planos

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Estratégias e planos

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Por Claudia Regina Weber Almada

 

 

 

 

 

Segundo critério do SEGS – Estratégias e Planos têm por objetivo avaliar o processo de formulação e implementação das estratégias, por meio da definição de objetivos estratégicos e indicadores, estabelecimento de metas, desdobramento dos planos de ação e acompanhamento da realização das etapas previstas.

   Pode ser considerado como uma das principais preocupações empresariais o desenvolvimento de um bom planejamento estratégico, pois diante da complexidade no cenário empresarial, turbulências e incertezas, os líderes estão buscando o auxilio dessa ferramenta para melhorar o desempenho no processo gerencial.

   Para a elaboração e a implementação do planejamento estratégico das empresas faz-se necessário o papel do líder no ato de planejar para toda e qualquer organização, além da busca por melhorias, que nãplanos-e-estrategiaso pode ser realizada de acordo com o momento, sem um estudo prévio e conhecimentos teóricos necessários para melhorar sua aplicação, pois o comportamento humano tem participação direta na administração estratégica e o líder tende a considerar suas experiências passadas. Por isso o planejamento é mais essencial ainda, pois ele auxilia essas empresas a utilizarem melhor suas capacidades e minimizar a perda de energia em atividades que não dirigem para o caminho correto. Mas somente será efetivo, com a participação de toda a liderança e o comprometimento de toda uma equipe, empregados, supervisores e a média gerência devem estar familiarizados com a administração estratégica, essa apreciação ajuda-os a manter suas atividades de trabalho mais próximas da administração da organização, aumentando, desse modo, o desempenho no trabalho e as atividades tornam-se mais eficazes.

   O que pode determinar grande parte do sucesso de uma administração é a capacidade de adaptação às mudanças de ambiente, antecipando-se aos seus concorrentes. Na estrutura de planejamento estratégico sugerida por Chiavenato; Sapiro (2003), o processo de planejamento estratégico é de acordo com:

  • Elaboração da missão, deixando claros os anseios e as responsabilidades da empresa;
  • Visão dos negócios, o como a empresa gostaria de ser no futuro;
  • Análise do ambiente externo, antecipando as oportunidades e ameaças para elaboração da visão e missão, bem como os objetivos da empresa;
  • Análise do ambiente interno, identificando os pontos fortes e fracos, ou forças e fraquezas, para a elaboração de estratégias de acordo com o ambiente averiguado;
  • Fatores-chave de sucesso, que evidenciam os problemas críticos da organização;
  • Sistema de planejamento estratégico, ou seja, é a formulação de estratégias e a implementação pela construção de ações;
  • Definições de objetivos reais/realizáveis;
  • Análise do público-alvo, estabelecendo estratégias de relacionamento com esse cliente;
  • Formalização do plano;
  • Auditorias de desempenho e de resultado referem-se ao que foi implementado, os responsáveis pela realização das tarefas e pelo controle, sendo sempre revisadas para que se decidam novos rumos no caso de mudanças repentinas de cenários.

   O gestor que sabe utilizar esses instrumentos de planejamento de forma coerente, adaptando-os a essa realidade e às suas necessidades, pode então obter uma excelente arma competitiva, agindo de maneira correta no momento adequado. Para utilizá-la eficazmente, é importante que os gestores conheçam bem cada um dos elementos do planejamento e suas funções, assim como as mudanças que estão ocorrendo no contexto competitivo, as quais estão influenciando na própria prática do planejamento e lançando alguns desafios para a sua gestão nas empresas.  Um planejamento estruturado deve ter enfoque no momento atual, bem como no próximo desafio, podendo delinear o sucesso permanente das empresas, com maneiras de alcançar ou chegar o mais próximo do desejado.

   O planejamento é mais do que necessário para as empresas hoje, mas para colocá-lo em prática de forma efetiva é preciso que o gestor conheça seus limites, sendo flexível o bastante para perceber que planejar nem sempre é o contrário de fazer. De certa forma acredita-se que o estudo sobre o papel do líder na elaboração de estratégias nas empresas pode contribuir para orientar tanto os executivos quanto fortalecer os conhecimentos teóricos da área aplicados à prática.

 

 

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